A RG Soluções estará presente na LinkISP 2026, que acontece nos dias 27 e 28 de agosto, no Serra Park, em Gramado (RS). Pelo segundo ano consecutivo, a empresa participa de um dos principais encontros do setor de telecomunicações da Região Sul, reunindo provedores de internet, fabricantes, fornecedores, especialistas e lideranças do mercado.
Promovida pela InternetSul, a LinkISP chega à sua sexta edição consolidada como um ambiente voltado à geração de negócios, relacionamento e troca de conhecimento. Durante os dois dias, os participantes terão contato com novas tecnologias, soluções para o mercado de telecom e conteúdos técnicos e estratégicos relacionados aos desafios e às transformações do setor.
A RG Soluções retorna ao evento após uma participação de destaque em 2025, quando foi a principal patrocinadora da LinkISP. Além da exposição da marca e do relacionamento com provedores de diferentes regiões, a empresa contou com um palco próprio e promoveu uma programação de conteúdos voltados à gestão, vendas, tecnologia e desenvolvimento dos ISPs.
“A experiência que tivemos na LinkISP em 2025 foi extremamente positiva. Mais do que apresentar nossas soluções, tivemos a oportunidade de estar próximos dos provedores, ouvir suas necessidades, trocar conhecimento e fortalecer relacionamentos. Voltamos este ano com a mesma disposição de contribuir com o mercado, compartilhar experiências e acompanhar de perto as transformações que estão acontecendo no setor”, afirma o CEO da RG Soluções, Rodrigo Guimarães.
Para a empresa, a participação na LinkISP reforça a estratégia de manter proximidade com os provedores e compreender as novas demandas de um mercado em constante evolução. Especializada em soluções para construção, teste, monitoramento e análise de redes de telecomunicações e data centers, a RG Soluções atua conectando tecnologias de fabricantes globais às necessidades encontradas diariamente pelos profissionais em campo.
A edição deste ano também terá novidades na programação. Uma delas é a primeira Fiber Cup, competição técnica que colocará profissionais de provedores frente a frente em provas de fusão e conectorização de fibra óptica. A iniciativa reforça uma característica que vem ganhando espaço nos principais eventos do setor: a valorização não apenas de novas tecnologias, mas também do conhecimento e da qualificação dos profissionais responsáveis pela construção e manutenção das redes.
A participação em encontros como a LinkISP também representa para a RG Soluções uma oportunidade de ampliar o diálogo com o mercado, identificar tendências e conhecer desafios que possam orientar a oferta e o desenvolvimento de soluções cada vez mais alinhadas à realidade dos provedores.
Com a expansão das redes de fibra óptica, o avanço dos data centers e a crescente demanda por conectividade, a infraestrutura de telecomunicações ocupa uma posição cada vez mais estratégica. Nesse cenário, precisão nos testes, qualidade dos equipamentos e capacitação técnica tornam-se fundamentais para garantir redes mais eficientes, confiáveis e preparadas para suportar o crescimento do tráfego de dados.
A RG Soluções na ABRINT 2026: uma experiência de evolução, relacionamento e fortalecimento de marca
Mais uma vez, a ABRINT 2026 se consolidou como uma jornada extremamente proveitosa, tanto no âmbito profissional quanto no pessoal.
Eventos como a ABRINT vão muito além da apresentação de produtos, da geração de negócios ou do fortalecimento de marca. Eles criam um ambiente único de troca, aprendizado e conexão, onde o conhecimento circula de forma espontânea e enriquecedora. Em poucos dias, tivemos a oportunidade de interagir com pessoas de diferentes regiões, contextos e trajetórias, todas movidas por um objetivo em comum: evoluir, inovar e contribuir para o desenvolvimento do setor.
Um dos aspectos que mais valorizo nesses encontros é justamente essa interação. A ABRINT nos permite ouvir profissionais que enfrentam desafios diversos, conhecer novas perspectivas, descobrir soluções práticas e acompanhar de perto a transformação constante do mercado. Cada conversa, cada reencontro e cada nova conexão reforçam a importância dos relacionamentos construídos ao longo do tempo e abrem espaço para novas parcerias e oportunidades.
O setor de telecomunicações está acostumado a evoluções constantes, mas algumas tecnologias surgem com potencial de redefinir padrões estabelecidos. A fibra de núcleo oco (hollow-core fiber) é uma delas. Um material técnico recente publicado pela EXFO, assinado pelo especialista em produtos Olivier Côté, aponta com clareza para essa mudança e indica que estamos diante de uma nova etapa na busca por redes mais rápidas, estáveis e eficientes.
Diferentemente da fibra óptica convencional, em que a luz se propaga por um núcleo sólido de vidro, a fibra de núcleo oco utiliza um canal preenchido por ar ou gás. Essa alteração aparentemente simples provoca um impacto significativo no desempenho: ao deixar de ser desacelerada pelo vidro, a luz se aproxima da velocidade de propagação no vácuo, resultando em um ganho que pode chegar a 40% em relação às fibras tradicionais. Na prática, isso significa menor latência, redução de perdas e maior estabilidade, especialmente em ambientes críticos.
Esse avanço responde diretamente às demandas atuais do mercado. Em data centers, por exemplo, a redução de latência entre unidades distantes permite sincronização mais eficiente de dados e maior desempenho em aplicações distribuídas, como computação em nuvem e inteligência artificial. No setor financeiro, onde microssegundos representam vantagem competitiva, a tecnologia abre espaço para operações ainda mais rápidas e precisas. Já em aplicações de IA, que exigem processamento intensivo e respostas em tempo real, a combinação entre alta velocidade e qualidade de transmissão torna-se essencial.
Apesar do potencial, a adoção da fibra de núcleo oco não se limita à sua implantação. Como destaca o material da EXFO, o desafio também está na forma de medir e validar essa nova infraestrutura. As metodologias tradicionais nem sempre são suficientes para capturar com precisão parâmetros como perda óptica, refletância e latência nesse novo contexto. Por isso, a evolução da tecnologia vem acompanhada da necessidade de soluções específicas de teste e certificação.
Nesse cenário, a EXFO se posiciona na linha de frente, desenvolvendo instrumentos e softwares adaptados às particularidades da fibra de núcleo oco. Entre eles, destacam-se OTDRs com capacidades específicas para essa aplicação, ferramentas avançadas de análise e soluções voltadas à medição precisa de desempenho em redes de alta velocidade. Trata-se de um movimento que reforça a importância de alinhar inovação tecnológica com capacidade de diagnóstico e controle.
No Brasil, esse avanço chega ao mercado por meio da RG Soluções, parceira da EXFO aqui no País. Mais do que disponibilizar equipamentos, a empresa tem um papel importante na tradução dessa tecnologia para a realidade dos provedores e operadores, conectando conhecimento técnico à aplicação prática em campo. Em um momento de transição tecnológica, essa ponte entre inovação e execução se torna decisiva para garantir que os benefícios prometidos sejam efetivamente alcançados.
Ainda em fase de expansão, a fibra de núcleo oco aponta para um caminho já conhecido no setor: o de tecnologias que começam em nichos de alta exigência e, gradualmente, ganham escala. Para profissionais e empresas que atuam com redes ópticas, o tema deixa de ser apenas tendência e passa a integrar o radar estratégico.
Mais do que uma evolução de infraestrutura, trata-se de uma mudança na forma de pensar desempenho em redes. E, como ocorre em todo movimento relevante de inovação, aqueles que compreendem primeiro tendem a liderar o próximo ciclo.
Por Giliade Paulino Especialista em Sistemas de Telecomunicações
Ao longo de mais de 15 anos atuando no mercado de telecomunicações, passando por TV via satélite, construção de usinas hidrelétricas, operadora de telecom, ISP e utilities no maior sistema de transmissão de energia do mundo, aprendi que a solidez de uma rede não está apenas na sua infraestrutura física. Ela está, principalmente, no entendimento profundo da tecnologia que a sustenta.
No mercado, é comum associar qualidade em GPON à boa construção da ODN, ao uso de OLTs e ONTs de qualidade, à correta divisão óptica e aos níveis adequados de potência. Todos esses fatores são fundamentais. No entanto, eles representam apenas a camada física do sistema. A maturidade técnica começa quando se compreende que GPON é muito mais do que fibra bem montada.
A tecnologia GPON é normatizada pela ITU-T na série G.984, que vai da G.984.1 à G.984.7. Dentro desse conjunto, a recomendação ITU-T G.984.3 ocupa papel central, pois trata da camada de Convergência de Transmissão (TC). É ali que estão definidos os mecanismos que estruturam o funcionamento lógico da rede: a formação dos quadros GPON, a multiplexação downstream e upstream, a alocação dinâmica de banda (DBA), os T-CONTs, o OMCI e todo o controle lógico da comunicação entre OLT e ONTs.
Quando se entende essa camada, muda-se a forma de enxergar a rede!
T-CONT, por exemplo, é o elemento responsável pela alocação de banda no upstream, determinando como a OLT distribui dinamicamente os recursos às ONTs conforme os perfis de tráfego configurados. Já o OMCI (ONT Management and Control Interface) é o canal que viabiliza o gerenciamento da ONT, o provisionamento de serviços, a configuração de VLANs e a entrega efetiva dos perfis contratados.
Nem toda falha é física. Nem toda potência adequada significa rede saudável...
Muitas vezes, instabilidades recorrentes, falhas de registro ou degradação de desempenho têm origem na interação entre camada física e camada lógica. Emendas mal protegidas, conectores contaminados, curvaturas excessivas ou alta reflectância impactam diretamente a estabilidade da modulação e da multiplexação dos sinais. Sem domínio da G.984.3, torna-se difícil correlacionar sintomas como flutuação de performance e perdas intermitentes às suas causas reais.
É por isso que treinamentos superficiais, focados apenas na operação prática, não são suficientes. Para formar redes robustas e sustentáveis, é necessário abordar conceitos como modulação, estrutura de quadros, multiplexação e dinâmica do DBA. Quando o técnico compreende o funcionamento sistêmico da rede, ele deixa de apenas executar procedimentos e passa a interpretar comportamentos.
Conhecimento técnico, no entanto, precisa caminhar ao lado de instrumentação adequada. Após uma base normativa sólida, torna-se indispensável trabalhar com OTDR apropriado para redes PON, power meter calibrado, fonte óptica certificada e ferramentas corretas de inspeção e limpeza. Instrumentos imprecisos geram diagnósticos equivocados. E decisões equivocadas comprometem a sustentabilidade da rede.
Hoje, atuando na linha de frente entre fornecedor e cliente no segmento de soluções em instrumentos e serviços na RG Soluções, tenho buscado justamente levar essa base técnica aos profissionais do setor. Mais do que fornecer equipamentos, nosso objetivo é contribuir para decisões técnicas fundamentadas, indicando a ferramenta adequada para cada cenário e alinhando necessidade prática com entendimento normativo.
Redes GPON exigem domínio técnico, compreensão da ITU-T G.984.3, entendimento profundo de T-CONT e OMCI, treinamento estruturado e instrumentação correta. A maturidade começa quando o profissional deixa de apenas instalar e passa a compreender o sistema como um todo.o gerenciamento da ONT, o provisionamento de serviços, a configuração de VLANs e a entrega efetiva dos perfis contratados.
Quedas intermitentes, ativações problemáticas, retrabalho constante e clientes insatisfeitos raramente são consequência de um único grande erro. Na maioria das vezes, o problema está nos detalhes. E, em redes FTTH, um desses detalhes pode ser o conector de campo eSC.
Em muitos provedores, a escolha do conector é tratada como algo secundário, quase operacional. Porém, tecnicamente, ele exerce influência direta sobre o desempenho do enlace óptico. Um conector de baixa qualidade pode significar perdas ópticas mais elevadas, reflexões indesejadas e instabilidade mecânica. O efeito prático disso é um orçamento mais apertado, maior sensibilidade a variações e uma degradação progressiva da performance da rede, especialmente em cenários de maior densidade ou em enlaces mais longos.
Quando o conector não entrega baixa perda de inserção e estabilidade estrutural consistente, a rede começa a operar no limite. E redes que operam no limite tendem a falhar com mais frequência. O impacto deixa de ser apenas técnico e passa a ser operacional e financeiro. Conectores imprecisos estão entre as causas mais recorrentes de retorno técnico, retrabalho em campo e visitas adicionais após a ativação. Cada deslocamento extra representa custo direto, desgaste da equipe e redução da produtividade, fatores que afetam a margem do provedor de forma silenciosa, porém contínua.
Há ainda um aspecto estratégico que muitas vezes passa despercebido: a padronização. Provedores em expansão lidam com crescimento acelerado, aumento de demanda e, frequentemente, rotatividade de técnicos. Conectores bem projetados, com montagem intuitiva e desempenho previsível, reduzem a variabilidade na instalação e diminuem a dependência do nível individual de cada profissional. Isso transforma qualidade em processo, e não em sorte. E processo é o que sustenta crescimento consistente.
No longo prazo, a durabilidade se torna determinante. Materiais inferiores, encaixes imprecisos e polimento inadequado podem gerar falhas tardias, aquelas que surgem meses depois da ativação, quando o cliente já criou expectativa sobre estabilidade e desempenho. Nesse momento, qualquer instabilidade não é apenas um chamado técnico: é desgaste de marca.
Para o cliente final, a lógica é simples: internet estável significa provedor confiável. Falhas recorrentes se transformam rapidamente em insatisfação, exposição negativa e cancelamento.
O conector de campo eSC pode ser pequeno em tamanho, mas seu impacto é decisivo. Ele influencia diretamente a performance da rede, os custos operacionais, a experiência do cliente e a reputação da empresa. Ignorar esse detalhe é aceitar instabilidade como parte do negócio. Escolher qualidade é optar por crescimento sustentável.
Na RG Soluções, acreditamos que redes fortes não nascem de grandes promessas, mas de decisões técnicas bem fundamentadas. Conectores com baixa atenuação, alta resistência à tração no drop, compatibilidade com tecnologias como XGS-PON e NG-PON2 (10G) e desempenho projetado para mais de 20 anos não são apenas especificações técnicas. São escolhas estratégicas que sustentam redes estáveis e provedores mais competitivos.
A RG Soluções acaba de reforçar sua equipe com a chegada do engenheiro Adriano Camolesi, profissional com 24 anos de experiência no setor de telecomunicações. Formado em Engenharia Elétrica com ênfase em Telecomunicações e com MBA em Gestão de Negócios, Camolesi assume o cargo de Gerente de Contas, trazendo sua bagagem técnica e estratégica para apoiar o crescimento da empresa.
Além da gestão de contas, o engenheiro terá a missão de assumir a liderança da vertical da Taihan Fiber Optics no Brasil, iniciando o desenvolvimento do mercado de conectores ópticos premium. Com mais de 60 anos de história, a Taihan é referência global em cabos e conectores ópticos, investindo continuamente em pesquisa e desenvolvimento para entregar soluções de alta performance, robustez e qualidade.
Segundo o novo gerente, o momento do setor é desafiador e exige visão inovadora. “O setor de telecomunicações enfrenta desafios relevantes, como a expansão do 5G, a crescente demanda por conectividade, a segurança cibernética e a necessidade de soluções sustentáveis e acessíveis. Nesse cenário, estou muito entusiasmado em fortalecer o time da RG Soluções, que se diferencia pela qualidade de seus produtos e pela oferta de soluções eficazes para superar essas barreiras”, afirma.
Para ele, o ambiente dinâmico e inovador da RG foi determinante em sua decisão. “É este ambiente desafiador e inspirador que me trouxe até a empresa. Este é o meu combustível e motivação para aplicar minhas habilidades, aprender continuamente e contribuir para o crescimento sustentável da organização”, destaca.
O novo gerente de contas é otimista com o futuro. “Espero, nos próximos anos, consolidar minha trajetória, assumir novos desafios e participar ativamente da construção de soluções que façam a diferença para os clientes e para o mercado.”
O COO da RG Soluções, Leandro Zomer, falou sobre a importância da nova contratação para a frente de atuação da Taihan. “A chegada do engenheiro Adriano Camolesi reforça nossa missão de seguir investindo em pessoas que estejam alinhadas com a visão estratégica e os pilares éticos da RG Soluções, marcando um passo importante na expansão da Taihan no Brasil”, aponta.